Durante o último domingo (20), o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, falou sobre o parlamento de Israel e pediu que as sanções do país sejam mais duras para combater os avanços que estão acontecendo pelo presidente russo, Putin. No entanto, os israelenses também estão sendo prisionais pela Rússia para a redenção de algumas regiões e estão em cima do muro.
Zlensky chegou a comparar os ataques que estão sofrendo como se fosse a Segunda guerra Mundial e afirmou que está acontecendo um holocausto com o seu povo.
Rússia e as suas invasões na Ucrânia: matança?
As inovações russas começaram no dia 24 de fevereiro quando Putin anunciou a decisão em sua coletiva de imprensa. A decisão aconteceu depois que os ucraniano continuaram tentando entrar para a Otan, dos Estados Unidos. O que poderia colocar as estratégias militares dos russo em risco visto que o seu adversário de anos e décadas, EUA, teria um país parceiro fazendo fronteira com eles.
Os ucranianos e a Rússia faziam parte da antiga União Soviética e o acordo de separação entre os dois países que foi assinado no ano de 1991 previa que ambos não poderiam entrar para nenhuma aliança militar com a Otan, mas esse decreto não estava sendo obedecido por uma das partes, fazendo com que os conflitos aumentassem.
O que acontece é que a invasão já estava sendo planejada há meses e até mesmo anos porque Putin teria decretado que houvesse a venda de dólar que tinha no país e outras moedas que poderiam ser impedidos de negociar em caso de sanção.
Zelensky afirmou que os ucranianos e judeus já se uniram em situações passadas como durante a guerra fria e que agora estava sendo mais do que todo o momento de voltarem a se unirem e contarem com sanções que sejam mais frias e duras. Os judeus já foram financiados pela União Soviética durante uma grande parte da guerra fria com os Estados Unidos mas acabaram se voltando de lado após exigirem que os judeus que viviam na US também fossem viver na região da Palestina mas não terem a sua solicitação acordada.
O presidente chegou até mesmo a afirmar que a invasão que está acontecendo na Ucrânia não se trata de uma mandato militar como está sendo defendido por uma grande parte do país, mas, sim, uma tentativa de realizar invasões em massa para controlar um povo que não pertence mais a Putin. O presidente russo afirma que somente irá parar as invasões quando acabar com todos os nazistas que ali vivem.
Por fim, o Zelensky aproveitou a situação para recordar sobre os mísseis que foram usados para realização de ataques em Kiev no dia 24 de fevereiro que acabaram destruindo um dos maiores aviões do mundo. Terminou a sua declaração criando gatilhos para os israelitas ao argumentarem que existem muitos judeus que moram na Ucrânia e que eles deveriam pensar até mesmo no seu povo que ali está.
Israel está se sentindo dividido e está tendo que se preocupar com “coisas além de seu objetivo inicial” que seria a retomada de terras na área da Palestina, que teve os conflitos mais intensificados durante o mês de Maio de 2021 quando houve o envio de mísseis para a região. Palestinos estão sendo expulsos de suas terras.
