De acordo com os dados que foram publicados pela Fundação Getúlio Vargas, é estimado que o Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) tenha tido uma alta de 16% em apenas 12 meses em seu valor acumulado. Em suma, é o Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) que determina o preço de aluguel em todo o Brasil: quanto mais alto ele está, mais a população tem que pagar para ter uma casa. A sua alta foi de 1,8% somente no mês de fevereiro deste ano, valor que está abaixo do ano de 2021 para o mesmo mês em que se conseguiu uma alta de 2,8%.
Em Brusque, Santa Catarina, já é possível ver que a população tem que pagar até R$ 2,2 mil para morar em uma casa simples de dois quartos e que não tem laje e divisória na cozinha com a sala. Algumas pessoas que acompanham os grupos de venda da região contestam que está sendo difícil de ter até mesmo onde morar porque o valor para uma casa está fora da realidade. “Uma cidade pequena está cobrando o valor de uma metrópole!”.
Vale salientar que os valores ainda estão baixos tendo em vista o acumulado de 12 meses até fevereiro do ano passado visto que ele estava com uma alta de 28,6%.
Enquanto isso, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) teve uma alta de 2,36% e mostra instabilidade de preços ao consumidor. A inflação, que terminou o ano de 2021 em alta de 10,06%, também é um dos pontos que causam preocupação.
