Nesta segunda-feira (07), as ações da Oi começaram o dia em queda de 3,77%, quebrando uma parte da alta da marca, que estava em 34% durante o ano de 2022. O acumulado de desvalorização, entretanto, é de 51%. A alta foi ocasionada pela possibilidade de compra da operadora móvel por empresas como a Claro, TIM (TIMS3) e Vivo (VIVT3). No entanto, o Ministério Público Federal (MPF) se manifestou contra nesta semana.
| Mín — Máx (Dia) | 0,98 – 1,02 |
| Variação (Dia) | -3.77% |
| Variação (Mês) | -4.67% |
| Variação (2022) | +34.21% |
| Variação (52 semanas) | -51.88% |
O Ministério Público Federal (MPF) recomendou ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) que não aceite a venda da OI devido ao fato de que houve algum tipo de determinação de concorrência e irregularidades no processo de vendas. Então, a empresa que já conta com dívidas, pode piorar a situação com a impossibilidade de negociação com outras operadoras. Segundo o Ministério Público Federal, é estimado que tenham cometido “eventuais práticas exclusionárias”.
Como assim? Venda da Oi pode formar um monopólio!
O que isso quer dizer? Em suma, a venda da Oi para empresas de grande porte como a Claro e a Tim poderia fazer com que marcas menores não consigam entrar no mercado e, assim sendo, haja um monopólio de serviços e precariedade no oferecimento de qualidade. Deste modo, é como se a população tivesse que aceitar serviços piores sem contar com a possibilidade de optar por uma outra operadora de escala nacional. Mais atualizações sobre o caso devem ser publicadas no Jornal Social ao longo desta segunda-feira (07).
