Recentemente, as redes de Fast Food do McDonald’s declararam que estariam saindo da Rússia enquanto a atuação da guerra com a Ucrânia não fosse normalizada. Putin mostrou que não estava preocupado com a saída porque os russos contam com outras alternativas além da marca. No entanto, na prática não foi isso que estava acontecendo: vídeos mostram que os amantes dos lanches fizeram até mesmo filas e protestos para que não houvesse a saída da rede enquanto outros postaram fotos com as geladeiras cheias de lances que poderiam ser vendidos posteriormente por preços elevados que superaram a marca de R$ 1,6 mil.
As informações sobre as pessoas que estariam vendendo os lanches por preços absurdos estaria sendo divulgada pelo Daily Mail.
As sanções contra os russos começaram a partir do dia 24 de fevereiro quando Putin se manifestou durante a madrugada para informar que estaria realizando os ataques aos ucranianos e que qualquer país que tentasse impedir poderia ser punido da mesma forma. No mesmo dia, houve um ataque de mísseis sobre um dos maiores aeroportos do país, que estava localizado em Kiev.
Outras marca além do McDonald’s declararam que também estariam saindo o do país como é o caso da Unilever e do Mercedes.
Os lanches McDonald’s estão presentes no país desde o ano de 1990 quando houve o fim da guerra fria e mostrou a entrada do capitalismo e o sistema de vendas de produtos sempre visando o lucro. No entanto, deve voltar a sair até uma retomada da economia local.
