Durante a última quinta-feira (17) tanto rede social da China, chamada como WECHAT quanto o Aliexpress foram acusados de infringir os direitos de propriedade intelectual dos Estados Unidos e entraram para a lista de 42 grandes grupos de comércio que vendem produtos falsificados a baixo preço e que enganam aos seus consumidores. Os dados foram publicados pelo escritório da Representante Comercial dos EUA (USTR) e estão repercutindo em escala internacional. Alguns internautas comentaram a decisão e abordaram sobre o fato de que ela não é necessária.
“Mas todo mundo sabe que o Aliexpress vende coisas que são falsificadas. Não tem nenhum problema nisso e somente compra quem quiser. Ou acham que um produto de luxo que realmente seja de determinada marca?”
Em suma, a lista que é publicada pelo Escritório Comerciante existe desde o ano de 2011 e mostra quais são as empresas que os norte-americanos não deveriam comprar porque os produtos podem ser de baixa qualidade ou então, que estão infringindo algum direito ou dever que está previsto na lei. Vale salientar que aparecer nesta lista não quer dizer que a marca tenha que pagar algum valor de multa mas, sim, que ela tem seu nome sujo perante alguns consumidores que realmente seguem as recomendações que estão ali informadas.
A acusação contra Aliexpress, empresa da China, está acontecendo mesmo perante uma crise comercial entre os Estados Unidos, que está com receio de perder espaço para o Oriente e deixar de ser uma das maiores superpotências do mundo até o final desta década.
