Durante a última segunda-feira (31), foi divulgado o indicador que monitora a Intenção de Consumo das Famílias (ICF) que mostrou que os índices de janeiro estão mais satisfatórios que os dados referentes ao mês de maio de 2020, tempo depois em que houve o início da pandemia da Covid-19 que, em apenas dois anos, deixou cerca de 25 milhões de casos registrados. O aumento, de acordo com a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), é de 1,1% em relação ao mês anterior e chega a ser mais de 3,6% em relação ao mesmo período do ano de 2021.
O cálculo da CNC é feito com base em entrevistas que são feitas com consumidores de todo país, sendo ao menos 18 mil pessoas. Apesar das boas expectativas de crescimento para as lojas e empresas que vendem serviços e produtos, o PIB, Produto Interno Bruto, para o ano de 2022 deve se manter estagnado com um crescimento de apenas 0,3% que no final não deve recuperar a faixa de 4% perdida em 2020.
Outro aspecto que preocupa os consumidores em relação ao consumo, CNC, é a inflação alta que terminou em 2021 com a taxa de 10,06%, um dos maiores valores desde 2015 com o governo do Partido dos Trabalhadores, PT.
A ANIP também informou que as expectativas de crescimento para as empresas têxteis e de setores semelhantes devem ser pequenas, sendo de apenas 1,2% em 2022. Mostrando, novamente, que há uma estagnação da economia para os próximos meses. E, devido ao excesso de sol e falta de chuva, produção de soja foi prejudicada.
