De acordo com dados que foram publicados pelo CNI nesta semana, é estimado que a cada R$ 100 que foram investidos nos anos de 2016 até 2019, ao menos R$ 69 deles sejam destinados para as indústrias no Brasil. Em suma, as empresas já aplicaram, durante esse tempo, o valor de R$ 12,7 bilhões que ocasiona em um percentual de 11% acima dos índices de IPCA, ou seja, de desvalorização acumulada do dinheiro no Brasil.
No entanto, a ANIP afirma que para o ano de 2022, é estimado que as indústrias tenham um crescimento de apenas 1,2%, o que está bem abaixo do que estava sendo esperado para movimentar o PIB, Produto Interno Bruto, durante a pandemia da Covid-19. Em suma, o PIB está passando por um momento de retrocesso em que caiu cerca de 4,1% durante o ano de 2020.
Os dados, que foram lançados pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), fizeram entrevistas com a média de 33 empresas de grande porte no Brasil e mostra que as marcas são uma das maiores responsáveis pela movimentação da economia, não sendo o agronegócio a atividade que está em destaque, principalmente quando se trata de arrecadação de impostos.
De acordo com o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade, os números mostram que o setor da indústria conta com forte relevância para o país e que ao menos 69% das exportações do Brasil ocorrem através dos bens, enquanto ao menos 33% do que é movimentando entra como tributo federal.
