Durante essa quinta-feira (03), o Facebook está atuando com a queda acumulada na faixa de 10%, tendo o acumulado de 30% de baixa em apenas dois dias, sendo a perda de um quinto dos valores somente durante a última quarta-feira (02) após a empresa ter liberado dados referentes ao lucro da marca: durante o ano de 2020 foi de R$ 11 bilhões mas em 2021 foi para R$ 10 bilhões, uma diferença bastante expressiva de R$ 1 bilhão que cortou todas as expectativas dos investidores com a possibilidade de investimentos em realidade virtual e no metaverso.
Somente durante o ano de 2022, em cerca de um mês, as ações perderam na faixa de 33% de valor, sendo o acumulado negativo de 11% nas últimas 52 semanas.
| Mín — Máx (Dia) | 45,00 – 47,99 |
| Variação (Dia) | -10.41% |
| Variação (Mês) | -23.61% |
| Variação (2022) | -33.67% |
| Variação (52 semanas) | -11.57% |
Devido à queda de expectativas para o setor de tecnologia e Facebook, o Wall Street, que conta com a Nasdaq, está com queda de 2% durante o mesmo dia. Outras empresas do setor também estão com momentos de instabilidade.
Outro aspecto que vem causando interferências nas Bolsas de Valores de todo mundo é em relação ao aumento das taxas de juros básicos da Selic. Na última quarta-feira (02), a COPOM se reuniu pela primeira vez em 2022 para aumentar a Selic, que saiu de 9,25% para cerca de 10,75%. O objetivo do Banco Central é trazer mais investidores para o país ao aumentar os juros que devem favorecer tanto a renda fixa quanto o Tesouro Direto. A taxa deve permanecer na faixa de dois dígitos até o ano de 2023.
