Durante essa segunda-feira (07), o Ibovespa está atuando com queda de 1,54% tendo um acumulado de 0,3% durante o mês de março e de 2,16% em apenas 52 semanas. A guerra da Ucrânia contra a Rússia é um dos motivos pelo qual está havendo alta instabilidade na Bolsa. As negociações estão sendo puxadas pelas ações da Petrobras que estão com quase 5% de queda após a alta do preço do petróleo Brent para mais de US$ 130, um dos preços mais altos desde o ano de 2008 quando o governo do Partido dos Trabalhadores, PT, estava na administração do país.
| Mín — Máx (Dia) | 112.545 – 114.529 |
| Variação (Dia) | -1.54% |
| Variação (Mês) | -0.38% |
| Variação (2022) | +7.52% |
| Variação (52 semanas) | -2.16% |
De acordo com economistas, está sendo quase inevitável a não queda da bolsa de valores e um possível aumento dos preços de combustíveis que está prevista para acontecer dentro alguns dias. O aumento expressivo do preço do petróleo fará com a Petrobras aumente os preços do litro diretamente das refinarias, impactando de forma expressa no bolso do consumidor.
Segundo Jair Bolsonaro, agora mais do que tudo está sendo necessário que a estatal pense nos brasileiros em vez de priorizar sempre o maior retorno ao tentar acompanhar a alta do mercado externo que vem acontecendo desde o governo de Temer, que assumiu o Executivo após a saída de Dilma.
O acumulado da Petrobras em apenas 52 semanas já chega a cerca de 79%, enquanto a queda no mês de março é de 3,6%.
| Mín — Máx (Dia) | 32,65 – 34,60 |
| Variação (Dia) | -4.23% |
| Variação (Mês) | -3.58% |
| Variação (2022) | +15.21% |
| Variação (52 semanas) | +79.63% |
