Na década de 90, o real teve que ser criado com uma forma de controlar a inflação elevada que praticamente dobrava os preços todos os meses. Em suma, era comum que em apenas 30 dias o valor de IPCA fosse acima de 80% e, devido a isso, criou-se o hábito da população em fazer a compra de mês, dessa forma, iriam conseguir fazer estoque e garantir que nos próximos dias não iriam sofrer com a desvalorização do dinheiro. O corte de 0 na moeda acaba sendo bastante comum, mas isso não fazia com que a política do Banco Central e do Ministério da Economia fossem alteradas.
Foi então que se criou o real que teve um impacto bastante expressivo durante a administração do Partido dos Trabalhadores, PT. Em suma, o governo pensava em formas de controlar a inflação ao gastar muito e manter a taxa Selic elevada acima de dois dígitos. Então, o poder acabava ficando nas mãos do Estado que poderia fornecer benefícios sociais e auxiliar a população que estava mais pobre. Mas isso não incentiva a economia das empresas em si.
Então, durante a administração do Temer, após a saída da Dilma, começou-se uma política diferente em que havia a redução da taxa de juros como forma de incentivar os brasileiros a investirem na Bolsa de Valores. Ou seja, em vez de investir no Tesouro Direto, iriam preferir o Ibovespa porque rende mais e, assim sendo, haverá o real crescimento das empresas. Sem contar que o estado não precisaria fornecer elevadas taxas.
