Durante a conferência chamada CEO Conference 2022 que foi organizada pelo BTG Pactual durante essa semana, que reunia economistas e políticos de todo o país, o atual governador do estado de São Paulo, João Doria, informou quais são os seus planos caso se torne o próximo presidente da República, no ano de 2023. De acordo com a sua manifestação em coletiva de imprensa, afirmou que estaria realizando algumas manutenções em relação ao teto de gastos do governo federal e que tinha o objetivo de fazer reformas.
Recentemente, ele já havia manifestado o seu interesse liberal sobre a venda de um dos maiores bancos brasileiros, o Banco do Brasil. Segundo Dória, não existe necessidade de ter dois bancos (BB e Caixa) e que por isso, poderiam rivalizar um deles. Ele também tem interesses parecidos com os de Bolsonaro em relação à Petrobras e outras estatais brasileiras e, devido a isso, ainda causa uma “torcida de nariz” em grupos de esquerda.
Dória
Argumentou que o governo está sendo psicopata com a economia e que deveria ser o Executivo e o Parlamento que provém como deve ser o orçamento para o ano porque pode haver trabalho em equipe para que haja discussão sobre os pontos mais importantes. No entanto, atualmente, todo o poder de escolha está na mão do presidente da Câmara, Arthur Lira, que determina quanto deve ser investido e cortado de acordo apenas com os seus critérios. O Executivo se trata do presidente e sua equipe de tomarem decisões.
