Durante a última quinta-feira (10), a Petrobras anunciou que estaria realizando um aumento de 18,4% sobre o valor da gasolina e de 24,9% sobre o diesel. Sem contar que a estatal terminou a sua declaração adicionando que o valor do gás iria ter uma alta de 5%. A causa? Os conflitos que estavam acontecendo entre a Rússia e a Ucrânia desde o dia 24 de fevereiro deste ano quando Putin afirmou que qualquer país que tentasse interferir seria prejudicado com invasões. A estatal brasileira afirmou que o aumento aconteceu devido ao fato de que estão há quase 60 dias sem realizar reajustes e os preços atuais estavam defasados ao mercado do petróleo – sem contar que se eles se mantivessem do mesmo nível, poderiam contar com a falta de abastecimento, o que iria ocasionar em um aumento.
Bolsonaro havia criticado a decisão da estatal ao afirmar que eles não deveriam se preocupar apenas com o lucro e, sim, em relação ao fato de que os consumidores no Brasil também estão sendo afetados.
Durante essa terça-feira (15), o petróleo Brent está atuando com queda de 6% sendo cotado a US $100. No entanto, apesar de sua baixa depois de ter chegado ao valor de US $140, não é estimado que a Petrobras realize uma diminuição de preços no Brasil.
Os Estados Unidos estavam buscando uma forma de controlar os preços dos combustíveis e, para isso, Biden informou que poderiam começar a negociar com a Venezuela após as sanções que haviam sido feitas no governo de Maduro, que inicialmente estava do lado dos russos.
