O diretor-presidente da Tendências Consultoria, Gustavo Loyola, que conta com passagens ao Banco Central do Brasil até o ano de 1997, declarou durante a última quarta-feira (16) em entrevista ao portal da Uol que está contra o governo estar tabelando os combustíveis e determinado o fim dos impostos de ICMS porque isso faria com que os mais pobres ficassem prejudicados. e modo simplificado, o ICMS serve como forma de conseguir arrecadar fundos para financiamento das escolas públicas e hospitais como o Sistema Único de Saúde, o SUS.
Sem a arrecadação, poderia haver um déficit no valor de tributos que o governo teria e, assim sendo, haveria uma diminuição nos serviços públicos. Mas isso não afetaria aos mais ricos que não usam os serviços de SUS e escolas públicas de forma direta.
Loyola afirmou que dar subsídios para gastar com combustíveis e até mesmo tirar tributações poderia prejudicar ainda mais a classe pobre que está revelando a cada dia mais sobre o preço dos combustíveis e que somente na região do interior do Acre superou o seu teto máximo de R$ 10,5 por litro de gasolina. No estado de Santa Catarina, já está sendo estimado que o valor pago pelo litro esteja por volta de R$ 8,5.
A arrecadação de ICMS está sendo crucial, para determinar que haverá o surgimento de novos programas públicos e benefícios sociais. No entanto, sem eles, é como se fosse necessário privatizar ou ter que pagar para ter acesso a hospitais e escolas. Mas, o salário mínimo de R$ 1210 é pouco.
