A Ucrânia fazia parte dos domínios da União Soviética durante a Guerra Fria, mas se tornou um país independente durante o ano de 1991 após a queda do estado socialista e a falência do mesmo. Desde então, a Rússia vem tentando recuperar os seus pedaços de terra que foram perdidos há anos. Mas, sem sucesso: países da União Européia são contra a invasão e a Otan, dos Estados Unidos, argumenta que é estranho o elevado número de soldados russos que estão nas fronteiras do país.
O ministro espanhol de Relações Exteriores, José Manuel Albares, e seu homólogo americano, Antony Blinken, em Washington, argumentaram que a Rússia pode sofrer punições severas em escala mundial caso tente uma invasão contra a Ucrânia e que pode perder parceiros comerciais importantes. O Reino Unido também argumenta que está a favor dos Estados Unidos e está contra as decisões que podem ser tomadas pelos russos. Ao todo, é estimado que existam mais de 100 mil soldados russos treinando em polos que estejam a menos de 300 km da fronteira com o país que antes fazia parte de seus domínios.
Albares e Blinken abordaram, durante essa semana, que é importante que os outros países de maior porte consigam garantir que haverá a soberania dos ucranianos na forma de eleger o administrador do Estado e de criar as suas leis. Devido a isso, a Rússia, que vem sendo liderada por Putin, não tem o direito de tentar intervir nas decisões – já não possuem mais conexões desde o ano de 1991.
