Vladmir Putin afirmou na última quinta-feira que dará uma resposta dura aos países que intervirem diretamente na invasão russa a Ucrânia. Os russos começaram a invadir o território vizinho no dia 24 de fevereiro, e agora tentam se desvencilhar das ajudas dadas aos ucranianos na guerra.
Até o momento, o conflito envolve diretamente apenas os dois países, mas as nações internacionais atuam de forma diplomática buscando finalizar o duelo. Para isso, várias sanções econômicas já foram aplicadas ao país invasor.
O apoio militar através do envio de armas e suprimentos também é uma ação tomada por alguns aliados ucranianos, como a Alemanha, o que também não agrada ao líder russo.
Putin ameaça as nações que intervirem
Em discurso no para o seu parlamento, Putin afirmou que irá repelir duramente os países que intervirem diretamente no conflito. Para isso, não excitará em utilizar seu forte armamento balístico.
As suas palavras são uma resposta a reunião dos países ocidentais para discutir o envio de uma nova remessa de armas para a Ucrânia.
Em suas ameaças, o mandatário mencionou inclusive a possibilidade de utilizar o seu míssil balístico intercontinental, que é uma arma poderosíssima, com uma grande capacidade de destruição.
Os testes com o armamento aconteceram com sucesso na semana passada, e não há “nada a fazer” para combater essa “arma única”, disse Putin. A utilização do míssil busca justamente amedrontar as nações que pensam em prestar apoio aos ucranianos.
Desde o início da invasão, eles conseguiram resistir bem mais do que os próprios russos puderam imaginar, dada a disparidade que há entre as forças militares dos países. E o envio de armas de alguns territórios aliados é também um dos motivos que tem ajudado nesse enfrentamento.
No mesmo dia das declarações, Putin afirmou também que destruiu uma enorme quantidade de armamento em um galpão na Ucrânia, todas provenientes desses envios estrangeiros.
