Uma lagosta azul extremamente rara foi encontrada nas águas de Portland, na costa dos Estados Unidos (EUA), no início de julho.
De acordo com o Lobster Institute, da Universidade do Maine, um a cada dois milhões de lagostas nascem azul, o que mostra que o encontro é um verdadeiro privilégio da natureza.
Por serem considerados animais invertebrados, as lagostas são crustáceos que possuem uma casca dura e nenhum esqueleto ou ossos internos.
Lagosta azul: animais vivem no fundo do oceano
Ainda segundo o Lobster Institute, os animais costumam viver no fundo do oceano e preferem temperaturas entre 15 e 18°C.
As lagostas adultas são maiores, e geralmente se movimentam mais, e apesar de habitarem as profundezas, volta e meia retornam para águas rasas e mais quentes.
A cor predominante do animal é um marrom esverdeado, e lagostas azuis são extremamente raras, assim como lagostas amarelas, brancas ou até com mais de uma cor. Ao cozinhar, todas as lagostas ficam vermelhas, exceto as brancas.
De acordo com Lars-Johan Larsson, empreendedor em tecnologia médica e biotecnologia, a lagosta azul encontrada por um pescador foi devolvida ao mar para que possa continuar a crescer e se reproduzir.
Veja abaixo!
This blue Lobster was caught off the coast of Portland yesterday and returned to the water to continue to grow. Blue lobsters are one in two million. pic.twitter.com/6chTk7PoLP
— Lars-Johan Larsson (@LarsJohanL) July 3, 2022
Peixe-remo de seis metros é encontrado no Chile
A aparição de um peixe-remo em Arica, no Chile, tem preocupado moradores locais… Isso porque de acordo com a mitologia, a presença do animal está relacionada a fenômenos naturais como terremotos e tsunamis.
A lenda começou no Japão em 2011, logo após peixes-remo serem avistados na costa do país antes do tsunami Fukushima.
De acordo com o Instituto de Fomento à Pesca do Chile (Ifop), a aparição do animal no litoral chileno é muito rara.
Segundo a imprensa local, a pesca do peixe-remo reuniu dezenas de curiosos que nunca haviam visto o animal antes.
Após o peixe ser capturado, o Instituto de Desenvolvimento Pesqueiro (IFOP) coletou amostras para poder averiguar os motivos que podem ter levado o animal a aparecer na costa do Chile.
O peixe pertence a uma classe que possui ossos grandes, e costuma viver entre 200 e 500 metros de profundidade.
Em Arica, o peixe encontrado tinha 5,8 metros de comprimento, e imagens da praia mostram o animal em meio a pescadores e curiosos.
O grande peixe-remo conhecido como o peixe do terremoto aparece em Arica, Chile. pic.twitter.com/z1dmKUBKRp
— Tuca54 (@acmcaetano54) July 12, 2022
