Uma criança de 2 anos morreu após encontrar a arma de seu pai carregada e disparar acidentalmente contra a própria cabeça. A tragédia aconteceu na Carolina do Norte, nos Estados Unidos (EUA).
De acordo com a polícia, Warren Bennett Oser se deparou com a arma dentro da caminhonete da família, onde conseguiu entrar porque uma das portas estava aberta. A pistola .40 havia sido deixada em cima de um dos bancos da frente do veículo e, provavelmente, o disparo ocorreu enquanto ele brincava com o armamento.
Os pais do menino estavam em casa no momento do acidente, que ocorreu em 15 de outubro, e ao escutarem o barulho do tiro correram para fora. Warren chegou a ser levado a um hospital, mas já não havia nada que pudesse ser feito, os médicos apenas o declararam morto.
Na última segunda-feira (31), a promotoria do Condado de Johnston anunciou que o pai que deixou a arma carregada terá que responder por não proteger adequadamente e com segurança suas armas de fogo para proteger menores.
“Meu coração está com os pais que choram pela perda de seu filho. No entanto, essas tragédias são 100% evitáveis, armazenando com segurança todas as armas longe de crianças menores, conforme exigido por lei”, declarou a promotora Susan Doyle em um comunicado.
Doyle ainda ressaltou que é de responsabilidade dos proprietários de armas evitarem esse tipo de acidente: “Trata-se da responsabilidade dos proprietários de armas de proteger os menores, fazendo com que as armas sejam mantidas em segurança longe das crianças”.
No dia 23 de outubro, uma criança de 10 anos morreu depois que um amigo, de 11, disparou acidentalmente a arma do padrasto em sua direção. O caso aconteceu em Tietê, interior de São Paulo.
Luiz Otávio Moura de Oliveira foi atingido no pescoço e chegou a ser levada a um hospital, mas também chegou sem vida. De acordo com o registro policial, os pais da vítima afirmaram que haviam ido visitar um casal de amigos e que as crianças brincavam na cozinha da residência.
Em 8 de agosto, uma criança matou o cunhado de 27 anos com um tiro acidental em Jacareí, interior de São Paulo (SP). Wanderson dos Santos, que trabalhava como corretor de imóveis, tinha licença de colecionador, atirador esportivo e caçador, mais conhecido como CAC.
No momento do incidente, Wanderson tinha ido buscar o filho e o cunhado, de cinco e oito anos, em uma escola particular no Jardim Leonídia.
Dentro do carro, o corretor de imóveis levava uma arma de fogo no banco traseiro, e após as crianças entrarem no veículo, o menino mais velho pegou a arma e disparou acidentalmente contra o cunhado.
