O médico e criador de conteúdo adulto Léo Carvalho, mais conhecido como Oak Sampa, morreu no dia 13 de novembro após sofrer um traumatismo craniano causado por um acidente de carro em São Paulo (SP).
A morte de Léo foi anunciada por seu companheiro Daniel Toro, performista e ator pornô, nesta segunda-feira (14).
Em entrevista à Quem, Daniel contou que Léo estava passando por semanas muito difíceis nos últimos tempos, especialmente devido ao processo de divórcio conturbado com o ex-marido Samuel Rodrigues, com quem foi casado por aproximadamente sete anos.
Além disso, Daniel disse que o companheiro estava fazendo plantões médicos estressantes, e que toda essa sobrecarga pode ter levado ao acidente automotivo que tirou sua vida.
“A vida me tirou a pessoa mais importante do mundo para mim! Em segundos, meu Mozão se foi para sempre, e estou eu aqui sem chão, sem ar, sem brilho e sem saber o que fazer…
Pois eu nunca mais vou poder abraçar ele todos os dias e dizer o quanto amo ele, sentir o cheirinho dele deitado no meu peito vendo série… é uma dor dilacerante”, escreveu Daniel ems seu Instagram.
Criador de conteúdo adulto que morreu em acidente de carro pode ter dormido no volante
Para Daniel, Léo pode ter dormido no volante e batido o carro, pois ele tinha uma condição chamada narcolepsia a qual o fazia dormir com muita facilidade.
No acidente, que aconteceu no dia 11 de novembro, Léo havia saído de casa para consolar um amigo que tinha brigado com o namorado. Na ocasião, Daniel voltava de um trabalho fora de São Paulo, e havia combinado de encontrar o parceiro e o amigo assim que chegasse na capital.
“Quando cheguei nosso amigo mandou mensagem perguntando onde estávamos. Perguntei: ‘Ué, o Léo não chegou. Como assim?’ Eram três e pouco da tarde. O Léo falou que estava a caminho há mais de uma hora e meia!”, relembrou ele em entrevista à Quem.
Pouco tempo depois, Daniel conta que recebeu uma ligação de um agente de trânsito que o informou sobre o acidente.
“O agente me disse que havia tido um acidente de carro e me perguntou o que eu era do Léo. Respondi que era o marido dele e ele falou que o Léo tinha tido um traumatismo craniano e tinha falecido.
Eu acho que ele deve ter dormido no volante e batido o carro. Ele não tinha o sono regular, tinha uma condição chamada narcolepsia. E dormia com muita facilidade. Chamaram o resgate, mas ele já tinha ido a óbito no próprio local”.
Conforme o companheiro da vítima, o corpo de Léo foi enviado para sua cidade natal, Criciúma, em Santa Catarina, e em São Paulo ele promoveu apenas um funeral breve de despedida para os amigos.
“O sepultamento deve estar acontecendo por agora em Criciúma. Eu me despedi dele como pude. Estar lá só prolongaria mais o sofrimento. Nunca fui uma pessoa de planejar um casamento para o resto da vida e com o Léo eu queria uma vida inteira, até ficar velho junto.
Nada vai se igualar ou chegar perto ao que nós tivemos. Vou me apegar nisso, nas nossas palhaçadas e brincadeiras”.
Por fim, Daniel revelou que no dia 17 de novembro os dois viajariam juntos para que ele pudesse conhecer a família do amado. Além disso, a viagem seria uma oportunidade do médico retomar a relação com os pais.
“Passei um ano insistindo para ele falar, para esquecer o que tinha acontecido. Falei para ele: ‘meu pai faleceu quando eu era criança, queria tanto ter um pai agora, tudo que eu tenho é uma placa de mármore no cemitério.
Fala com seus pais’. Estávamos com voo marcado para quinta agora para irmos para Criciúma para ele me apresentar aos pais. Não deu…”, finalizou Daniel.
