Um disco voador chinês realizou seu primeiro voo de teste pelo céu da cidade de Shenzhen, metrópole no sudeste da China. Apesar de se parecer com alguns Óvnis mostrados em filmes, a aeronave é de origem humana e se trata de um eVTOL (sigla em inglês para ‘veículo elétrico de pouso e decolagem vertical’). (Assista abaixo)
De acordo com a imprensa chinesa, o eVTOL começou a ser desenvolvido há três anos pela empresa Shenzhen UFO Power Technology e tem objetivo recreativo.
Com 12 hélices e 12 motores elétricos alimentados por baterias, o disco voador chinês pode alcançar até 200 metros de altura em uma velocidade máxima de 50 km/h. Seu tempo de voo, porém, ainda é bastante limitado: apenas 15 minutos.
O experimento aconteceu no dia 3 de junho e foi registrado em vídeo. Nas imagens, a aeronave, que só tem espaço para o piloto, aparece voando vagarosamente durante o dia e também decolando a noite, quando suas luzes de led mudam de cor e chamam atenção.
Veja:
Designed by a startup in Shenzhen, single seat, 15 min. duration pic.twitter.com/ujCHvbYj0t
— Xin Gou (@chineseflyer) June 3, 2023
"red on the left wing tip and green on the right" —but what about a circular airframe? pic.twitter.com/KbTMelRdiU
— Xin Gou (@chineseflyer) June 3, 2023
No início de junho, um ex-funcionário da inteligência americana causou polêmica ao afirmar que o governo dos Estados Unidos (EUA) está em posse de naves alienígenas intactas e que informações sobre os Óvnis de origem não humana são mantidas em sigilo de forma ilegal, sem que o Congresso saiba.
As declarações de David Grusch foram dadas ao site americano The Debrief, de notícias sobre ciência e tecnologia. Ele foi funcionário da Agência Nacional de Inteligência Geoespacial (NGA) e do Escritório Nacional de Reconhecimento (NRO). O ex-militar também atuou em uma Força-Tarefa de Fenômenos Aéreos Não Identificados.
Segundo seu relato, os veículos espaciais e fragmentos de naves foram recolhidos durante décadas e todas as investigações apontaram que se tratam de objetos de “origem exótica”, ou seja, inteligência não humana.
Outros ex-funcionários do governo dos EUA também conversaram com o The Debrief e corroboraram a denúncia. Entre eles está Jonathan Gray, que trabalhou no Centro Nacional de Inteligência Aérea e Espacial (NASIC).
“O FENÔMENO DA INTELIGÊNCIA NÃO HUMANA É REAL. NÃO ESTAMOS SOZINHOS. RECUPERAÇÕES DESSE TIPO NÃO SE LIMITAM AOS ESTADOS UNIDOS. ESTE É UM FENÔMENO GLOBAL E, NO ENTANTO, UMA SOLUÇÃO GLOBAL CONTINUA A NOS ILUDIR”, DECLAROU GRAY.
