Duas mulheres ficaram feridas após caírem de um carro alegórico da Estação Primeira de Mangueira, durante a dispersão da escola na Marquês de Sapucaí, na madrugada desta terça-feira (13). A alegoria é a mesma que levou a cantora Alcione durante o desfile.
O acidente ocorreu quando o carro estava sendo desmontado e uma parte do veículo quebrou. Uma das integrantes da escola de samba caiu em um vão dentro do carro alegórico, enquanto a outra caiu de uma certa altura, mas conseguiu se segurar e ficou pendurada.
As duas foram socorridas e encaminhadas para o Hospital Municipal Souza Aguiar, no Centro do Rio. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde (SMS), uma delas sofreu uma fratura no braços, mas ambas estão clinicamente estáveis, lúcidas e orientadas.
O carro alegórico chamado “Meu Palácio tem Rainha” levou Alcione, homenageada pela Verde e Rosa, pela Sapucaí.
Também no segundo dia de desfile do grupo especial do Rio, uma fantasia de castor da Mocidade Independente de Padre Miguel chamou atenção e provocou especulações. Muitas pessoas apontaram que quem poderia estar usando a roupa de animal é o contraventor Rogério de Andrade, que está em prisão domiciliar com o uso de tornozeleira eletrônica.
O castor é o mascote da Mocidade e inspirado em Castor de Andrade, tio de Rogério de Andrade e de quem ele herdou toda o império e a influência na escola. Além disso, a esposa do bicheiro, Fabíola de Andrade, é rainha de bateria da agremiação e o castor desfilou nas proximidades da musa.
Na primeira noite, Paolla Oliveira roubou a cena vestida de onça. Como rainha de bateria da Acadêmicos do Grande Rio, a atriz sambou pela avenida em vez de ficar em um carro alegórico. O capricho e a inovação da roupa foi parar entre os assuntos mais comentados nas redes sociais.
Em meio a muito rebolado e samba no pé, a atriz vestia uma espécie de capacete que cobria seu rosto a ‘transformando’ em um felino no meio da avenida.
Em entrevista ao GShow, o criador da fantasia, Bruno Oliveira, contou que ele, sua equipe e um profissional de tecnologia trabalharam desde final de setembro para desenvolver todo o conjunto da vestimenta de carnaval.
“Foram vários testes, muitas provas. A gente tem um motor arduino, acionamento de LED, tem um profissional que cuida da tecnologia, que é um profissional ‘maluco’ de genialidade, de mecanismos”, contou.
