A fama que a atriz Alessandra Negrini, de 53 anos, tem de maconheira sempre circularam na web desde que a artista começou a mostrar mais o seu lado pessoal na internet.
Com publicações classificadas como ‘enigmáticas e sensuais’, a atriz falou sobre os comentários que recebe em uma participação no videocast Desculpa Alguma Coisa.
“Desde pequena, eu dou mole para as pessoas pegarem no meu pé e caio nessa. Desde a escola era assim e continua sendo. (…) Não sou maconheira, é verdade”, reforçou.
Alessandra Negrini reforça que não é maconheira, mas sim uma pessoa espontânea
Durante a conversa, Alessandra garantiu que apenas age de forma espontânea, e que por isso as pessoas acham que ela está sempre na ‘brisa’.
“As pessoas acham que estou sempre na brisa e, na real, não. Tenho um jeito de ser. (…) Eu ia ficar fumando maconha para fazer caixinha de Stories? Eu sou doida? Eu não conseguiria”, rebateu.
Em relação aos posts enigmáticos e alguns até tidos como ‘sensuais’, a atriz garante que não faz personagens para atrair engajamento.
“Faço aquilo que me dá gosto, aquilo que me diverte, aquilo que acho realmente gostoso fazer. É isso. Toda vez que eu forço uma parada dá errado. Eu poderia até estar ganhando mais dinheiro com o Instagram se forçasse algumas coisas”, finalizou.
Carreira
Alessandra Negrini é uma renomada atriz, cuja trajetória abrange uma vasta gama de papéis na televisão, no teatro e no cinema. Seu interesse pelas artes cênicas começou ainda na juventude, levando-a a participar de testes na Rede Globo, onde iniciou sua carreira.
Seu talento começou a brilhar na minissérie “Engraçadinha: Seus Amores e Seus Pecados” (1995), onde interpretou a personagem-título na primeira fase da trama.
A partir no sucesso, a artista conquistou mais lugares de destaque nas produções televisivas, com papéis marcantes em novelas como “Cara & Coroa” (1995), “Anjo Mau” (1997), onde deu vida à vilã Paula, e “Meu Bem Querer” (1998), sua primeira experiência como protagonista.
A sua versatilidade como atriz foi evidenciada em diversos projetos, incluindo o papel da Isabel em “A Muralha” (2000), a vilã Selma em “Desejos de Mulher” (2002), e as gêmeas com personalidades contrastantes, Paula e Taís, em “Paraíso Tropical” (2007).
Negrini também deixou sua marca em outras produções televisivas, como “Lado a Lado” (2012), “Boogie Oogie” (2014), “Orgulho e Paixão” (2018) e “Travessia” (2022). Sua incursão na Netflix incluiu participações em duas séries, “Samantha!” (2018) e “Cidade Invisível” (2021).
