O seriado ‘Dahmer Um Canibal Americano’, que conta a história do serial killer Jeffrey Dahmer, bateu a maior audiência da Netflix desde a estreia da quarta temporada de ‘Stranger Things’.
Ao todo, a produção já alcançou 196,2 milhões de pessoas desde o lançamento no dia 21 de setembro, e ultrapassou também “Round 6“, “All of Us Are Dead”, “Bridgerton”, “You” e “Inventando Anna”.
Dahmer: Um Canibal Americano: Do que se trata a série?
A série tem apenas 10 episódios, e conta a forma com que Jeffrey Dahmer, interpretado por Evan Peters, cometeu 17 assassinatos e desmembramentos entre 1978 e 1991.
Desde que ficou popularmente mais conhecido, o caso chocou o mundo e causou grande debate nas redes sociais.
Além de contar sobre a história da vida do “Monstro de Milwaukee”, a produção explora o ponto de vista das vítimas do assassino, e como ele conseguiu escapar das sentenças de prisão e das mortes cometidas.
Veja o trailer oficial da trama!
Sobre o assassino
Jeffrey Lionel Dahmer nasceu em 21 de maio de 1960 em Milwaukee, no estado de Wisconsin, nos Estados Unidos (EUA), e era filho de um instrutor de teletipo e uma estudante de química.
Durante sua infância problemas nunca faltaram. A mãe tinha depressão, os pais viviam entre brigas e Jeffrey chegou a presenciar uma tentativa de suicídio da mãe ainda criança.
Ao lado do pai, Jeffrey desenvolveu um super interesse por animais mortos, especialmente no que dizia respeito a tirar os ossos e peles dos bichos, ‘estudando’ a fundo seus esqueletos.
Ainda na juventude, o serial killer estudou sobre conservação de ossos ao lado do pai, que havia se formado em química, e se descobriu homossexual no ensino médio, mesmo época em que começou a desejar dissecar os corpos de outros homens.
Seu primeiro assassinato aconteceu logo após ele concluir o seu ensino médio, em 18 de junho de 1978, quando matou Steven Hicks com um peso de academia, dissecando e praticando necrofilia com o corpo da vítima.
O segundo crime do assassino em série foi em novembro de 1987, quando matou Steven Tuomi após o conhecer em um bar gay que costumava frequentar para ‘relaxar’.
Após o segundo crime, o assassino ‘nunca mais’ parou, e cometeu mais 15 homicídios horrorosos até ser preso em 22 de julho de 1991.
Em seu julgamento, que só começou em janeiro de 1991, a defesa do assassino alegou que ele tinha transtorno de personalidade borderline, transtorno de personalidade esquizotípica e psicose, o que não foi suficiente para que ele fosse condenado à prisão perpétua sem possibilidade de liberdade condicional.
Na prisão, Jeffrey chegou a se converter ao cristianismo e foi batizado, e apesar da pena de prisão perpétua foi morto em 28 de novembro de 1994 após ser atacado com uma barra de metal por outro preso, Christopher Scarver, que também cumpria prisão perpétua por causa de assassinato cometido em 1990.
