O empresário e jornalista Felipe Carauta, conhecido por trabalhar com famosos de peso, morreu neste domingo (14), aos 35 anos, vítima de uma complicação cardíaca descoberta recentemente, em agosto deste ano.
Em uma postagem publicada pelo empresário nas redes sociais, Felipe chegou a dizer que teria descoberto ter o coração maior do que o normal.
Em comunicado nas redes sociais, a equipe de Felipe comunicou sua morte e ressaltou o quão apaixonado pela profissão o empresário era.
“Comunicamos o falecimento do nosso querido Felipe Carauta. Um profissional apaixonado pelo que fazia, incansável para fazer o melhor para todos os seus talentos e a sua família. Um homem íntegro, que colocava amor em tudo. Sabia como ninguém descobrir e construir talentos.
Aos amigos e familiares, deixamos nossos sentimentos e nosso carinho. Ele está ao lado de Deus agora”, completou o comunicado.
Carreira de Felipe Carauta
Felipe Carauta era proprietário e fundador da Carauta Estratégia de Imagem, uma empresa de agenciamento artístico e assessoria de imprensa e de imagem.
Em sua trajetória, ele foi responsável pela administração de carreira de artistas e até pela descoberta de talentos.
Entre os principais nomes que passaram por seus cuidados estão: Chay Suede, Caio Castro, Marina Ruy Barbosa e Manu Gavassi.
Forrozeiro Zelito Miranda morre aos 67 anos
O forrozeiro Zelito Miranda morreu na madrugada de sexta-feira, 12 de agosto, aos 67 anos, em decorrência de problemas pulmonares.
O artista, que faria 68 anos no dia 30 de agosto, faleceu em casa, em Salvador, na Bahia, e deixou esposa e duas filhas, Luiza e Clarice, que está grávida de nove meses de um menino.
No ano de 2021, o artista teve uma pneumonia e ficou internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Roberto Santos (HGRS), onde tratou por quase um mês o processo infeccioso do pulmão.
Apelidado carinhosamente de ‘Cabeludo’, Zelito era defensor da cultura regional, e sempre tinha como meta valorizar o xote, o baião, o xaxado e outros ritmos nordestinos.
Nascido em Serrinha, a 170 quilômetros de Salvador, o seu interesse pela música começou na infância, quando aos oito anos começou a tocar triângulo.
Apesar da paixão pela música, a carreira profissional do artista veio mais tarde, aos 27 anos, e já durava há quatro décadas.
Durante sua carreira, o músico fez MPB, rock e tocou no grupo Novos Bárbaros, sucesso na Bahia nos anos 80. No fim da década, ele gravou seu primeiro disco, e adotou um repertório eclético que chamava de “Música Popular Nordestina”.
Em seguida, a paixão pelo forró logo tomou conta, e o forrozeiro assumiu o posto deixado por Luiz Gonzaga, o grande rei do baião.
O “Rei do Forró Temperado”, como ficou conhecido, definia assim a sua carreira musical, e em entrevista a Globo disse que o estilo permitia uma sonoridade com novos instrumentos, arranjos e melodias.
Na vida, o artista também chegou a estudar artes cênicas e abraçou as artes plásticas, mas na música foi consagrado com um dvd e 12 cds, além de mais de 220 músicas.
