Nesta segunda-feira (07), estamos completando 100 anos da Semana de Arte Moderna em que artistas do modernismo foram massacrados apenas pelo fato de que queriam uma arte somente brasileira, sem que ela tivesse as influências do exterior, principalmente quando se falava da arte. No entanto, eles foram “cancelados” devido a isso e perderam uma série de investimentos. O nacionalismo era uma característica que estava em voga durante o período.
Como forma de comemorar esse período, que marcou a história brasileira, a A Secretaria Municipal de Cultura e Turismo, por meio da Biblioteca Pública Municipal Juscelino Kubitschek de Oliveira, informou que estaria realizando uma série de exposições no estado de Minas Gerais entre as 8 horas até às 18h45 de segunda até sexta-feira. Em suma, é estimado que os eventos de exposição de artistas dure até o final do mês de fevereiro como forma de comemorar este centenário. As apresentações também estão previstas para acontecer no CEU Shopping Park.
Foi na época da Semana de Arte Moderna, que acaba de completar 100 anos, que artistas como Graciliano Ramos e Guimarães Rosa começaram a ganhar destaque. As suas obras tentavam abordar mais sobre o nordeste e o sofrimento que as pessoas mais pobres da sociedade tinham que passar ao não saber ler, por exemplo. Isso fica ainda mais retratado em Vidas Secas, em que o protagonista fala sobre golpes de bancos e vendedores devido ao fato de não saber como contar dinheiro. Hoje em dia, a obra é exigida até mesmo por vestibulares em todo Brasil.
