Uma corda de pular com 2,3 metros foi encontrada dentro da bexiga de um homem, de 79 anos, por médicos do Japão. O objeto foi descoberto após o paciente dar entrada em um hospital reclamando de dores para urinar.
De acordo com relato da equipe que atendeu a situação, todos levaram um susto quando olharam o resultado dos exames de imagens. A corda estava enrolada no interior do órgão e, a princípio, ninguém entendeu como ela havia ido parar no local.
Por fim, o paciente acabou admitindo que ele próprio inseriu a corda de pular pela uretra, mas não explicou o motivo.
O caso foi publicado na revista médica Urology Case Reports, pelo professor Toshiki Kijima.
“Realizamos um ultrassom e identificamos um objeto grande na bexiga do paciente. Depois fizemos um raio-x, que revelou um corpo estranho enrolado em forma de fio. Em seguida, fizemos uma tomografia que nos ajudou a escolher o melhor jeito de tirar a corda e usamos um programa de computador em 3D para nos direcionar”, explicou Kijima.
Ainda conforme o professor, a equipe percebeu que seria impossível retirar a corda pelo pênis do homem e ele precisou ser submetido a um procedimento cirúrgico. “A corda foi removida por meio de uma pequena cistotomia aberta. Ele não teve complicações”, completou.
Há poucos dias, o caso de um adolescente de 15 anos que precisou ser operado após ficar com um cabo USB preso dentro do pênis viralizou nas redes sociais.
Conforme o Daily Star, o jovem precisou ser levado às pressas ao hospital, onde passou por uma radiografia que mostrou a gravidade da situação: além de preso, o cabo fez nós e ficou emaranhado na uretra do garoto.
A situação foi tão chocante que os médicos responsáveis pelo tratamento relataram o incidente em um relatório, que posteriormente foi divulgado no Science Direct.
“O paciente era um adolescente saudável e em boa forma, sem histórico de distúrbios de saúde mental. As duas pontas do fio USB estavam saindo do meato uretral externo, enquanto a parte do meio do fio permanecia dentro da uretra”, explicaram os médicos.
