Três crianças pequenas com diabetes morreram depois de comerem doces e sorvetes compulsivamente ao serem deixadas sozinhas em casa. O caso aconteceu em Sohag, uma cidade na margem oeste do Nilo, no centro-leste do Egito, e é investigado pela polícia.
De acordo com o tabloide ‘The Mirror’, os pais das meninas Reem, de oito anos, e Basma, de sete, e o menino Amin, de seis anos, são divorciados e os irmãos viviam em um apartamento apenas com a mãe.
Na última sexta-feira (16), a mulher identificada como Sherihan FA, de 37 anos, saiu para passear e deixou os filhos sozinhos. Não se sabe quanto tempo ela ficou fora, apenas que ao retornar encontrou as crianças com sinais de cansaço extremo e vômitos.
Assustada, a mãe levou os três às pressas ao Hospital Universitário Sohag, mas quando chegou no local, as filhas já estavam mortas. O garoto chegou a dar entrada na instituição de saúde com vida, no entanto, não resistiu e morreu horas depois, ainda no mesmo dia.
A mídia egípcia relatou que a mãe das crianças com diabetes que morreram após comerem doces sofreu uma “crise mental” depois do ocorrido. Segundo familiares, os irmãos sabiam de sua condição e estavam cientes de que não podiam ingerir os alimentos que causaram suas mortes.
Em maio deste ano, um menino de 11 anos foi morto por dois colegas de classe, que queriam sua mesada de 100 EGP (equivalente a R$ 16), na vila de Al-Buraijat, na província de Beheira, localizada no norte do Egito.
De acordo com a polícia egípcia, os dois garotos convidaram Mustafa para brincar e o levaram para uma casa abandonada, onde estrangularam a criança até a morte.
O chefe da polícia, general Ahmed Khalaf, disse à mídia local que o corpo do menino foi recuperado depois que fazendeiros da região o encontraram.
Ainda conforme a polícia, o menino foi morto pelos colegas após eles descobrirem que Mustafa havia ganhado o dinheiro de presente para comprar doces no Eid al-Fitr, que marca o fim do Ramadã para os muçulmanos.
Os dois suspeitos, que não foram identificados e nem tiveram suas idades divulgadas, teriam confessado o assassinato e afirmado que compraram guloseimas após fugirem do local do crime.
