Um eclipse solar parcial poderá ser assistido em parte do mundo nesta terça-feira, 25 de outubro. No entanto, infelizmente no Brasil não será possível ver o momento em que a Lua irá passar em frente ao Sol.
O fenômeno astronômico será visível em quase toda a Europa, no Norte da África, na Índia, em parte da Rússia, no Oriente Médio, no sudoeste da Ásia e em parte da Groenlândia.
De acordo com o Observatório de Paris, o eclipse terá início por volta das 6h do horário de Brasília e terminará às 10h.
Como ver o eclipse solar no Brasil
Apesar do eclipse solar não ser visível no Brasil, quem tiver interesse poderá acompanhar as transmissões ao vivo feitas por alguns observatórios do mundo. Entre eles:
- O Observatório Real Greenwich, do Reino Unido;
- O Video From Space;
- O TimeandDate.com;
- O Cosmosapiens;
- O The Virtual Telescope Project
O eclipse solar ocorre sempre que o Sol, a Lua e a Terra se alinham, mais especificamente, sempre que a Lua se posiciona entre o Sol e a Terra formando uma sombra na superfície do planeta e fazendo com que essa área fique escura em determinado intervalo de tempo.
O eclipse solar total é quando toda a luz do Sol é ocultada pela Lua. Já no parcial, que irá ocorrer nesta terça-feira (25), apenas parte da luz do Sol é ocultada pelo disco lunar.

Ainda conforme comunicado pelo Observatório de Paris, “em nenhum lugar será possível ver o desaparecimento total do Sol”. No entanto, acima do Cazaquistão o eclipse poderá ser visto em seu máximo, com 82,2% da superfície solar coberta.
Além dos eclipses solares total e parcial, ainda existem o anelar, que é quando o tamanho da Lua encobre apenas o meio do Sol, formando um ‘anel’ em volta do satélite, e o híbrido, quando devido ao grau de inclinação da órbita lunar, em alguns pontos ele é total e em alguns anelar.
Superlua dos Cervos
Em julho deste ano, o fenômeno chamado ‘Superlua dos Cervos’ pôde ser assistido no Brasil. Na ocasião, a fase de Lua cheia coincidiu com a máxima aproximação do satélite natural com a Terra, nomeado como período de Perigeu, dando a impressão que o disco lunar estava maior do que o normal e mais brilhante.
O nome ‘Superlua dos Cervos’ é uma nomenclatura dos povos nativos americanos, pois nos EUA o fenômeno se passa na época em que as galhadas dos cervos se regeneram.
Em junho de 2022, já havia ocorrido a ‘Superlua de Morango’, que na verdade não teve a coloração da fruta, mas assim como a dos Cervos, recebeu o nome devido a época do fenômeno, ou seja, com o período de colheita do morango no Hemisfério Norte.
