O caso de um homem de 40 anos que fingiu a própria morte para escapar da cobrança de dívidas de agiotas deixou médicos e enfermeiros de um hospital em Bogor, na Indonésia, extremamente chocados e assustados.
De acordo com relatos da imprensa local, o indivíduo se escondeu em um caixão na tentativa de forjar a própria morte para escapar das dívidas.
Como o homem fingiu a própria morte?
Para colocar o seu terrível plano em prática, o indivíduo contou com a ajuda da esposa, e juntos contrataram uma ambulância em Jacarta, na capital da Indonésia, para buscar o ‘corpo de um parente’ em Cibubur.
No local, o indivíduo já estava ‘morto’ dentro de um caixão, e ao chegarem no hospital a esposa tentou de todas as formas conseguir um atestado de óbito para o marido – o que não aconteceu.
Surpreendentemente, os médicos perceberam ‘da pior forma’ que o sujeito ainda respirava dentro do caixão, e imediatamente chamaram a polícia.
Segundo a imprensa da Indonésia, as autoridades acreditam que o casal usou algum tipo de droga para conseguirem dar mais credibilidade ao golpe.
Além disso, ambos confessaram à polícia que estavam tentando fugir de dívidas de agiotas, e por isso tiveram a ‘brilhante’ ideia.
“Ele simulou a própria morte na tentativa de escapar dos cobradores de dívidas que o procuravam”, declarou Tatang Hidayat, porta-voz da polícia local.
Pelo crime, o indivíduo pode ser condenado a até um ano de prisão.
RSUD kota Bogor dihebohkan oleh hidupnya kembali seorang pasien yang sebelumnya telah dinyatakan meninggal Dunia. pic.twitter.com/Fq6WLQGlZV
— txtdaribogor (@txtdaribogor) November 14, 2022
Polícia apreende 50 quilos de droga dentro de caixão funerário
Para a sua surpresa, esse não é o primeiro caso envolvendo um caixão em situações suspeitas. Recentemente, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu 50 kg de droga dentro de um caixão funerário na rodovia Fernão Dias.
A droga apreendida dentro do caixão foi crack, e a parada do veículo funerário aconteceu durante a fiscalização de rotina na rodovia, por volta das 23h.
Nas imagens divulgadas pela PRF é possível ver o policial rodoviário fazendo um sinal da cruz antes de abrir o caixão.
No local, o motorista do veículo não tinha a documentação do falecido, e por isso o caixão precisou ser aberto no momento da fiscalização, lavando a polícia até a droga.
Por fim, a PRF informou que o motorista confessou que pegou a droga em São Paulo (SP), e entregaria o crack em Belo Horizonte (MG), onde receberia R$ 10 mil pelo transporte.
