O líder do Estado Islâmico na Síria, conhecido como Maher al-Agal, foi morto em um ataque aéreo feito pelos Estados Unidos nesta terça-feira (12).
Maher al-Agal era um dos cinco principais líderes jihadistas do Estado Islâmico.
Os ataques, de acordo com os Estados Unidos, acaba enfraquecendo o grupo por conta da perda de líderes e territórios desde 2019.
Líder do Estado Islâmico foi alvejado por drone
De acordo com o Comando Central das Forças Armadas dos Estados Unidos, um dos líderes do Estado Islâmico foi morto após ser alvejado por um drone das forças armadas durante uma operação no nordeste da Síria.
Além disso, as forças armadas afirmaram que inicialmente não houve civis mortos no ataque.
Para os EUA, o ataque deve enfraquecer ainda mais as operações do grupo terrorista que vem tentando se organizar desde que perdeu outros líderes e territórios.
Em fevereiro, Abu Ibrahim al-Hashimi al-Qurayshi foi morto durante outro ataque dos Estados Unidos na Síria.
Na Ucrânia, míssil russo atinge prédio de apartamentos e mata pelo menos 15 pessoas
Um míssil russo atingiu um prédio de apartamentos na Ucrânia, deixando pelo pelos 15 mortos e mais de 20 desaparecidos em Donetsk, no último sábado (9).
De acordo com a imprensa local, o prédio atingido tinha cinco andares, e equipes de resgate ainda trabalham nos escombros na tentativa de encontrar sobreviventes.
Segundo uma moradora local, houve três impactos após o míssil atingir o prédio.
“NÓS CORREMOS PARA O PORÃO (…), O PRIMEIRO EM ALGUM LUGAR DA COZINHA. (…) O SEGUNDO EU NEM ME LEMBRO, HOUVE UM RAIO, CORREMOS PARA A SEGUNDA ENTRADA E DEPOIS DIRETO PARA O PORÃO. FICAMOS SENTADOS LÁ A NOITE TODA ATÉ ESTA MANHÔ, INFORMOU ELA.
Para Andriy Yermak, chefe de gabinete do presidente Volodymyr Zelensky, esse foi mais um ataque terrorista da Rússia. No entanto, o país nega o ataque, e diz que não houve nada para matar civis deliberadamente.
Na Ucrânia, as províncias de Donetsk e Luhansk compreendem Donbass, uma região industrial ao leste do país que já se tornou o maior campo de batalha da Europa. Devido a isso, a Rússia planeja tomar o controle do Donbass em nome dos separatistas que apoia.
Dessa maneira, o objetivo da Rússia é expulsar os militares ucranianos da região em uma operação militar que eles chamam de especial, pois dessa forma eles garantem a sua segurança.
