Um médico da Alemanha foi condenado após colocar droga em seu pênis e matar a amante de overdose durante uma relação sexual.
O profissional Andreas David Niederbichler, de 46 anos, foi preso em 2019 após colocar cocaína em seu órgão genital e matar Yvonne M, de 38 anos, durante o sexo oral.
Além disso, o médico foi condenado a nove anos de prisão por estupro, e se recusou a pagar o funeral da vítima e uma indenização a família, sendo novamente processado pelo marido e os filhos da vítima.
Médico que colocou droga em pênis foi condenado a pagar 29,5 mil euros de indenização
Após se negar a pagar os custos de funeral e uma indenização à família, o médico foi processado e acabou condenado no ano passado a pagar 29,5 mil euros, o equivalente a cerca de R$ 197 mil como indenização à família da vítima.
Além disso, este ano um juiz de Magdeburg, na Alemanha, decidiu que o indivíduo também deve pagar as custas do tratamento à seguradora que socorreu a mulher.
Durante a sua defesa no julgamento, o médico alegou que a vítima sabia que ele tinha colocado cocaína em seu pênis, o que não convenceu o Tribunal.
Outras vítimas
Além de Yvone, o médico também é acusado de drogar e estuprar outras três mulheres entre setembro de 2015 e fevereiro de 2018. Nas ocasiões, Niederbichler teria colocado a droga em taças de espumante, em batons e na pasta de dente das vítimas.
Em entrevista ao jornal Bild, o médico confessou que havia colocado drogas nas relações sexuais, mas afirmou que todas as mulheres sabiam do ato.
Por fim, o tribunal de apelação já rejeitou o recurso e o médico não apresentou nenhuma outra evidência que obrigasse a Justiça a examinar o processo novamente.
Homem coloca pênis em garrafa de água e mulher é infectada com IST incurável
Um homem foi flagrado colocando o pênis dentro da garrafa de uma mulher no momento em que limpava consultórios em um edifício médico no Texas, nos Estados Unidos (EUA). O suspeito, identificado como Lucio Díaz, um mexicano de 50 anos, foi visto cometendo o ato por uma câmera de segurança escondida.
De acordo com a dona da garrafa, ela contraiu uma infecção sexualmente transmissível (IST) incurável após a conduta do indivíduo, que agora está sob custódia da imigração por estar nos Estados Unidos de forma ilegal.
Para a mulher que contraiu uma doença com o ato, o homem só pode ser ‘um sujeito doente’.
“Ele tirou pênis e começou a enfiá-lo na minha água, provavelmente até a metade. Então, ele inclinou a garrafa e basicamente enxaguou seu pênis na minha água”, disse a vítima.
Além disso, a americana disse que o indivíduo testou positivo para a mesma doença sexualmente transmissível que ela foi infectada.
“Adquiri (uma IST) para a qual ele também testou positivo. Ele me deu uma IST que vou ter para o resto da minha vida. Nada vai mudar isso. Quero que ele pague pelo que fez comigo e depois seja deportado”, afirmou ela em entrevista à rede ABC13.
