Uma mulher que matou o noivo de 82 anos e escondeu o cadáver da vítima por dois meses dentro da própria casa foi condenada na última sexta-feira (17). No entanto, a sentença não foi divulgada. O caso aconteceu na Geórgia, em 2022.
O corpo de Lorey Franklin Kramer Jr foi descoberto na residência depois que sua enteada denunciou seu desaparecimento às autoridades, em junho do ano passado.
De acordo com o escritório do xerife do Condado de Hall, a autópsia realizada no corpo do idoso apontou que sua morte ocorreu devido a um trauma contundente e cortante feito em abril do mesmo ano.
Logo, uma série de acusações caíram sobre Tabitha ZelidaWood, de 46 anos, que mantinha um relacionamento com a vítima. Ela foi considerada culpada por homicídio doloso qualificado, exploração de pessoa idosa, agressão agravada, roubo do cartão de transações financeiras e ocultação de morte.
Apesar de ter confirmado que a mulher matou o noivo de 82 anos, a polícia não especificou a motivação do crime.
No dia 8 de março deste ano, uma mulher de 22 anos foi presa por suspeita de matar o pai idoso em Poços de Caldas, no sul de Minas Gerais (MG). Ela e o marido de 31 anos foram detidos na rodoviária de Campinas, interior de São Paulo, quando tentavam fugir para o Maranhão.
João Batista Domingues, de 70 anos, foi encontrado morto, no dia 6 de março, dentro da residência em que vivia com o casal, o neto e mais dois adultos. Além da idade avançada, ele era deficiente visual.
Uma testemunha afirmou à polícia que ele foi agredido no início do dia e, na ocasião, ela pediu que os suspeitos chamassem o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas eles se negaram e também impediram que ela ligasse para o socorro.
A pessoa ainda contou que as agressões ocorreram enquanto a filha dava banho no pai porque ele havia se urinado durante a noite, o que teria irritado a mulher.
Um denunciante informou que a mulher presa por matar o pai maltratava a vítima constantemente. Além disso, testemunhas afirmaram que o casal ficava com o cartão bancário de João Batista e gastava todo o dinheiro da aposentadoria.
Um outro filho da vítima esteve na residência e afirmou que vários objetos pessoais, cartões de banco e dinheiro do pai haviam sumido.
