A Rússia está com mais de 100 mil soldados treinando em menos de 300 quilômetros da divisão com a Ucrânia. A Otan, que pertence aos Estados Unidos, argumenta que o movimento não é comum e Joe Biden alerta Putin sobre os riscos que teria caso tentasse invadir a região.
Os interesses dos ucranianos são de longa data, quando se tornaram um Estado-nação independente durante o ano de 1991 após a queda da União Soviética, atual Rússia, durante a Guerra Fria na qual estavam competindo lado a lado com a atual superpotência mundial, os EUA.
Na época, os russos incentivaram uma série de revoluções de cunho socialista e grupos que eram contra o regime capitalista. Inclusive, são acusados de terem financiado o surgimento das FARC, Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia, que assaltaram e raptaram diversas pessoas para a revolução de esquerda durante a década de 60.
Tendo em vista os riscos de uma nova invasão, a mídia internacional argumenta que o Canadá teria enviado na faixa de 200 soldados que teriam como objetivo auxiliar os soldados da Ucrânia em táticas caso seja necessário em um período de invasão. No entanto, essa confirmação ainda não foi feita pelo país.
A União Européia também aborda sobre as possibilidades da Rússia perder negociações com os países que estão inclusos caso tente atacar os ucranianos que estão fazendo fronteiras com a Polônia, Eslováquia e Hungria a oeste e o Mar Negro e Mar de Azov ao sul.
