Após criticar a estratégia dos Estados Unidos em promover uma expansão da Otan sentido leste, a China vem tomando partida de algumas questões relacionadas ao confronto. Segundo Pequim, a decisão americana se tornou uma das principais responsáveis por fazer eclodir a crise na Ucrânia.
A afirmação pelo governo da China aconteceu nesta sexta-feira (29), quando os objetivos da relação com o país mudaram. De acordo com o que saiu de informação, as relações de Putin coma Rússia sobre a guerra deve prolongar ainda mais sobre os acontecimentos na Ucrânia.
O porta voz da China, Zhao Lijian que fala pelo Ministério das Relações Exteriores, destaca que há uma lição e andamento para o sucesso dos países. Os dois laços estão superando um modelo antigo de aliança política e militar, como aconteceu na Guerra Fria. Mas o intuito agora é desenvolver um novo modelo para manter a relação como não-aliança, sem alvos.
Novo modelo como apoio da China com a Rússia
Segundo o porta voz do país chinês, esse novo modelo de associação, não terá nenhum tipo de mentalidade da Guerra Fria antiga. Inclusive, o que muitos países esperam que será uma nova panelinha formada, deve começar do zero.
Contudo, a China fez graves críticas as estratégias adotadas pelos Estados Unidos, devido ao fato de que quer promover a expansão da Otan. Essa atitude para se aproximar mais da região leste, é irresponsável e pode ter sido uma das atitudes responsáveis por acelerar o confronto da Ucrânia.
A relação entre a União Europeia e a China estava estável antes da invasão e manter isso é fundamental para todos os países. Só assim, é possível garantir a paz mundial e o desenvolvimento das nações.
Pequim tem visto a relação dos outros países e da União Europeia como uma grande estratégia de longo prazo para garantir a estabilidade. Mas é um enorme desafio manter e refletir sobre o conflito, enquanto ele acontece. A verdade é que o conflito acontece de forma indireta, entre a Otan que atualmente é liderada pelos Estados Unidos contra a Rússia.
Joe Biden fala de consequências sobre apoio de Pequim
No mês de março, o presidente dos Estados Unidos Joe Biden fez um alerta por telefone ao presidente da China, Xi Jimping. Afirmou que haveria consequências se Pequim apoiasse a Rússia de qualquer maneira em ataques aos civis ou as cidades ucranianas.
O conflito no país acarretou em uma crise no país e isso é algo que nenhum outro país deseja ver. Segundo Biden, os relatos de uma relação entre o país com a Rússia, pode trazer ainda mais hostilidade militar para o conflito, envolvendo outros países. Portanto, o mais importante é manter a segurança para toda a comunidade internacional.
Além disso, de acordo com a atual ocasião o apoio diplomático é extremamente importante para manter em ordem a crise da Ucrânia. Segundo os próprios líderes, é importante manter os canais de comunicação abertos com outros países. Contudo, deixar a competição de lado entre os Estados Unidos e a China ainda parece ser um desafio que precisa continuar sendo trabalhado.
