Durante a última segunda-feira (24), Joe Biden pediu para que todos os diplomatas e pessoas de origem norte-americana saíssem da Ucrânia visto que a Rússia está cada vez mais próxima de realizar uma invasão e que não contam com planos completos de evacuação como aconteceu com o Afeganistão.
O Departamento de Estado autorizou, desde o último domingo (23) que todos os cidadãos não essenciais que trabalham na embaixada localizada em Kiev, capital da Ucrânia, pudessem pegar um voo e voltar para os Estados Unidos. Durante a última semana, a Otan informou que os russos contavam com mais de 100 mil soldados nas fronteiras e que o movimento não se tratava de algo comum.
Devido a isso, o Canadá enviou mais de 200 soldados que teriam como objetivo auxiliar os ucranianos a usar os equipamentos que foram fornecidos por países que estão sendo aliados à Otan caso haja alguma invasão. A União Europeia já afirmou que a Rússia pode sofrer com impactos na economia caso invada a região visto que os países podem cortar relações com os impactos que podem afetar a democracia.
A Ucrânia já fez parte da União Soviética mas se tornou independente durante o ano de 1991 após o enfraquecimento dos socialistas. Desde que assumiu o poder, Putin vem estando de olho em todas as negociações entre os dois países com segundas intenções e, até mesmo, com a possibilidade de tentar reanexar aquela região aos russos. Devido aos conflitos que envolvem os EUA, as bolsas de valores como a Nasdaq estão em queda.
