O Vaticano se manifestou durante essa semana sobre o caso do ex papa Bento 16 que teria sido acusado de abuso de menores na Alemanha há algumas décadas. Em suma, ele foi acusado de ter ido para a igreja apenas para conseguir ocultar os seus antigos atos. Há os mais críticos que argumentam que mesmo após ter se tornado um papa, ainda estaria tentando ficar com crianças e outras pessoas sexualmente sem a vontade delas. No relatório que foi publicado pelo Vaticano, fala-se mais sobre a arquidiocese de Munique, que vai desde o ano em que acabou a Segunda Guerra Mundial até o ano de 2019.
Em suma, é comum ouvir histórias de papas e outros padres do Vaticano que tentam abusar de crianças e pesquisas já foram publicadas pelo jornal Manchetes do Dia que comprovam isso. O texto que foi emitido argumenta que foi Joseph Ratzinger um dos responsáveis por não ter emitido uma medida durante os anos de 1977 e 1982 que é quando os abusos são denunciados.
O diretor editorial do Vaticano, Andrea Tornielli, entretanto, defende a história de Bento e argumenta que teve que deixar a Alemanha e outros países em que viveu apenas com o objetivo de se dedicar à igreja católica a partir do ano de 2005. No entanto, teve que deixar o seu cargo para outro papa devido a saúde fragilizada na qual se encontrava.
Martin Pusch, advogado, afirmou que Ratzinger não tomou nenhuma atitude durante o tempo em que as pessoas lesadas estavam em busca de ajuda.
