Durante a última segunda-feira (07), o presidente da Rússia, Putin, e da França, Macron, se reuniram para abordar sobre as tensões em escala internacional que estão surgindo sobre a possibilidade de que os russos possam invadir a Ucrânia. Em suma, a Ucrânia é um país que fazia parte da antiga União Soviética e que se tornou independente durante o ano de 1991 após o enfraquecimento do regime socialista e o final da Guerra Fria. Desde então, os russos olham para os ucranianos com forte interesse e até mesmo com intuito de formar uma barreira de proteção.
Recentemente, Putin foi acusado pelos Estados Unidos de ter enviado ao menos 100 mil soldados para as fronteiras com a Ucrânia e a Otan disse que a invasão poderia acontecer a qualquer momento. No entanto, o presidente da Rússia afirmou em coletivas de imprensa que não tinha o interesse em invadir mas que os soldados apenas estavam em fase de treinamento na região.
Países que fazem parte da União Europeia alertaram a Rússia sobre os riscos de invasão e disseram que poderiam cortar relações comerciais caso ocorresse. Os Estados Unidos se prontificaram para entregar o gás que os europeus compram dos russos e, assim sendo, continuar estimulando a economia. Não há dúvidas de que Biden tem interesses de que os europeus cortem relações para que tenham que recorrer aos Estados Unidos para a compra de gás e de combustíveis. Os ataques dos Estados Unidos sobre uma possível invasão começaram de novo neste último domingo (06).
