Nesta segunda-feira (07), o ex-juiz Sérgio Moro, que é um dos pré-candidatos para a presidência do ano de 2022, afirmou que a nota fiscal que foi emitida para a consultoria do Alvarez & Marsal conta com erros materiais e que está errada. De acordo com as acusações do Tribunal de Contas da União (TCU), Sérgio estaria indo contra o interesse público ao trabalhar como pessoa jurídica para o escritório de advocacia onde havia lavagem de dinheiro e tentativas de recuperação de empresas que estavam sendo acusadas pela Lava Jato.
Ele foi questionado pela Laryssa Borges, da revista Veja, sobre o fato de contar com divergências em relação a notas fiscais e disse que se tratou apenas de um erro. Moro tinha que atuar para a consultoria como pessoa jurídica devido ao fato de que não queria que sua carteira fosse assinada e esse vínculo empregatício fosse registrado em caso de descoberta da consultoria.
Ao não registrar vínculos, era como que Moro, que também estava resolvendo os casos das empresas da Lava Jato ao mesmo tempo que por trás auxiliava na recuperação das mesmas, nunca tivesse tido relações com a consultoria.
Os internautas questionaram o fato de que o ex-juiz estaria indo contra o interesse público ao defender empresas judicialmente que estavam sendo denunciadas por lavagem de dinheiro e desvios de verbas. “E ainda quer ser presidente do país, ele é um homem descarado!”, afirmaram alguns. Além de Moro, é estimado que nas eleições do ano de 2022, há também Bolsonaro e Lula.
