Durante a última quinta-feira (17), Maduro, presidente da Venezuela, se manifestou nas redes sociais sobre o fato de que estaria decretando apoio para a Rússia em uma possível guerra que Putin poderia ter contra a Ucrânia. E, nesta quinta-feira (24), uma semana depois de sua publicação, houve o início dos ataques que já deixaram ao menos 50 pessoas mortas, sendo cerca de 40 soldados e ao menos 10 civis. De acordo com o venezuelano, os orientais estão lado a lado para a economia estar sempre em movimento e que por isso ficaria do lado deles.
O apoio veio em um momento em que diversos países estavam se manifestando contra os ataques, como é o caso da Colômbia e dos Estados Unidos. Bolsonaro, presidente do Brasil, está sendo orientado a não se manifestar sobre a situação e permanecer neutro para que a situação para o país não piore economicamente – o dólar já está em alta e o Ibovespa está operando com queda de 1,9%.
Maduro está sendo acusado de ter recebido apoio tanto da Rússia quanto do Irã em escala militar no país e que por isso estaria se defendendo como troca de favores.
La firma de acuerdos de intención con la delegación de la Comisión Intergubernamental de Alto Nivel Rusia – Venezuela, fortalece las relaciones comerciales en todos los ámbitos para seguir caminando juntos hacia el desarrollo. ¡Alianzas que consolidan la unión y el apoyo mutuo! pic.twitter.com/2BQZ9cSd8t
— Nicolás Maduro (@NicolasMaduro) February 17, 2022
Rússia e Ucrânia
Já foi informado pelo governo ucraniano que a Rússia teria derrubado só portais do governo online como o da Defesa e outros antes mesmo de ter realizado o ataque durante a madrugada. Também foi declarado que o primeiro ataque de mísseis em Kiev aconteceu durante o momento em que Putin estava dando coletiva de imprensa afirmando que atacaria o país.
