Durante essa quinta-feira (10), as ações da Petrobras estão tendo alta de 0,9% após o anúncio do presidente Luna e Silva de que haveria um reajuste para acompanhar o mercado externo e as variações drásticas que foram ocasionadas devido a crise da Rússia com a Ucrânia e que estourou no dia 24 de fevereiro. O acumulado de valorização da instituição já chegou a 80% em apenas um ano, sendo uma queda de 3% em março.
| Mín — Máx (Dia) | 32,52 – 34,60 |
| Variação (Dia) | +0.92% |
| Variação (Mês) | -3.35% |
| Variação (2022) | +15.5% |
| Variação (52 semanas) | +80.47% |
De acordo com a proposta que foi emitida nesta manhã, o reajuste deve ser de 18% somente sobre o litro da gasolina, enquanto o valor do diesel terá uma variação de 25%.
A estatal estava desde a semana passada alertando sobre o fato de que os preços cobrados até então, que já estavam sendo referentes a R$ 7 por litro em ao menos vinte estados brasileiros, estavam defasados. Jair Bolsonaro havia se manifestado sobre o assunto falando que a estatal deveria também olhar pelo lado do consumidor em vez apenas do lucro e que seria importante tentar segurar os valores. Ele aproveitou a situação para criticar a lei que foi aprovada por Temer no ano de 2016 que fazia com que a estatal acompanhasse o valor de mercado e, assim sendo, não contasse com preços defasados.
Somente no estado de Santa Catarina, na capital Floripa, é estimado que o valor do litro chegue a uma faixa de R$ 8,5. Em Fernando de Noronha, que somente tem um posto, pode-se superar R$ 10.
