Durante essa segunda-feira (14),a China anunciou que estaria fazendo a liberação de ao menos 3 milhões de toneladas em escala internacional de fertilizantes como forma de controlar os preços que estouraram com a guerra que surgiu a partir do dia 14 de fevereiro com conflitos realizados entre a Ucrânia e a Rússia. Os impactos desta liberação estão previstos para decair principalmente sobre o Brasil.
O governo já deixou claro que pretende acompanhar a situação de perto para que consiga ofertar preços que sejam mais em conta para a população que trabalha na roça e que precisa dos mesmos para a prática de agricultura produtiva.
Neste ano, as safras já foram reunidas pelo excesso de sol e falta de chuvas no Rio Grande do Sul, visto que ao menos 399 cidades decretaram o estado de emergência. Deste modo, o preço elevado de fertilizantes poderia ocasionar em uma alta ainda mais expressiva.
Os fertilizantes chineses podem atender a demanda de ao menos 300 milhões de agricultores – valor este que é maior que toda a população brasileira no ano de 2022. A liberação pode trazer impactos para a economia como a movimentação do setor e queda de preços. O anúncio aconteceu em Pequim, mediante preocupação de falta de ofertas no mercado.
Foi deste modo que o futuro da Zhengzhou da China atingiu altas durante o dia.
O Brasil está tentando se manter neutro em relação a crise que está acontecendo no Oriente para não perder parcerias com os chineses e russos e afetar amargamente a agricultura.
