Durante a última quinta-feira (17), a cidade de Canoas determinou que estaria anulado a obrigatoriedade da população em fazer o uso de máscaras em locais públicos como parques e ruas. No entanto, a população deveria continuar usando o material de proteção em locais fechados como escolas e até mesmo em relação a hospitais e farmácias que geralmente contam com pessoas com baixa imunidade. A decisão se baseou em um decreto que foi publicado pelo estado.
Em suma, o secretário municipal de Saúde, Maicon Lemos, determinou que a decisão foi tomada levando em conta a opinião de especialistas, número de pessoas internadas em leitos de UTI e quantidade de cidadãos que moram na cidade que já estão completamente vacinados. Segundo Lemos, está previsto que a vacinação em dia está diminuindo de forma expressiva no número de infectados, em que o Brasil em apenas dois anos atingiu a marca de 29,5 milhões.
Segundo ele, esse está sendo o momento mais que necessário para que a população comece a ter medidas mais flexíveis quanto ao uso de máscaras – sem contar também que pretendem retirar em breve a obrigatoriedade em locais fechados.
Estudos já mostram que a vacinação em dia poderia permitir que os cidadãos tivessem uma redução de até 80% de suas intenções, os sintomas são mais fracos e reduzem o risco de efeitos colaterais na saúde a longo prazo.
Os sindicatos e especialistas argumentam que o governador Leite Estaria apenas retirando a obrigatoriedade do uso de máscara como forma de atrair mais eleitores para as eleições no ano de 2022, em que ele pode voltar a concorrer como governador ´para o PSD – visto que nesta semana voltou a negociar sobre a possibilidade de estar saindo do seu partido depois de vinte anos sendo investido pelo mesmo.
Outros estados, como São Paulo, Santa Catarina e até mesmo o Rio de Janeiro já decretaram que não precisará haver a obrigatoriedade de uso de máscaras e, na última quinta-feira (17), o governador João Dória afirmou que estaria liberando o seu uso até mesmo para os locais públicos.
