O presidente Jair Bolsonaro reduziu o número de pessoas que irão participar da comitiva para a Rússia. Afinal, no próximo dia 14 de fevereiro (segunda-feira), alguns representantes do Brasil estão com uma viajem marcada para o país.
Essa visita diplomática do presidente relaciona-se com um projeto militar entre os dois países. Nesse caso, o objetivo é que ambos cooperem em um projeto de tecnologia militar. No entanto, a própria Rússia solicitou ao Brasil que reduzisse a quantidade de pessoas que participariam dessa viajem.
A explicação russa deve-se ao fato da própria Covid-19. Afinal, ainda é um momento de ter bastante cautela, e muitas pessoas significariam mais possibilidades de contaminação. Vale lembrar que, nesse redução de pessoal, Jair Bolsonaro deu preferência aos militares que fazem parte de seu governo.
Assim, a motivação para isso deve-se ao próprio teor da visita, que como mencionada, está relacionada a questões militares. Um ponto importante a se destacar sobre essa viajem ainda, é que os Estados Unidos pediram quem o Brasil não fizesse essa visita nesse momento.
Afinal, esse é realmente um período de muita tenção na Rússia, dado que o país está em em ameaça eminente de invasão a Ucrânia. E os Estados Unidos, bem como a União Europeia tenta intermediar esse conflito existente. No entanto, Jair Bolsonaro recusou-se a atender o pedido, com o objetivo de não se demonstrar como uma nação submissa. Com isso, a viajem ainda segue de pé.
