Durante a última semana, houveram as manifestações dos trabalhadores do Movimento Unido dos Camelôs (Muca) devido ao fato de que estavam exigindo da prefeitura do Rio de Janeiro o pagamento de um auxílio ambulante para o carnaval devido ao fato de que o governador teria proibido de realizar as celebrações. Em suma, a categoria argumenta que as festas de março seriam a forma de manter a renda do ano e que estariam desamparados financeiramente.
Apesar da proibição do estado do Rio de Janeiro devido ao receio de um novo pico de mortes pelo vírus da Covid-19, vale salientar que ainda neste sábado (19), a polícia encontrou uma série de grupos de carnaval que estavam em festas clandestinas. As festas tiveram que ser abordadas e proibidas no local.
Os membros que fazem parte da Secretaria Municipal de Fazenda se reuniram durante a última semana para discutir sobre a possibilidade de fornecer o valor do auxílio para cerca de 4 mil pessoas que trabalham como autônomas que estariam cadastradas. No entanto, vale salientar que é estimado que um número ainda maior de pessoas estivessem prestes a trabalhar nos festejos, chegando a cerca de 40 mil. A reunião contou com a participação de grandes nomes, como Alex Costa, ex-secretário de Ordem Pública, e Carnevale, titular da pasta.
Para a próxima semana, que é quando os festejos de Carnaval deveriam começar, é estimado que as empresas e serviços não essenciais do Rio de Janeiro deixem de funcionar.
