Durante a manhã desta terça-feira (01), o porta-voz do ministério da Defesa russo, Igor Konashenkov anunciou que a Rússia deve atacar Kiev em breve e que por isso, se as pessoas tiverem onde ir, é melhor deixar a capital o mais rápido possível. A segurança é um dos maiores investimentos do Estado no atual momento e deve se manter centralizada na capital. É estimado que as forças russas estejam a menos de 30 km de distância.
Os ataques começaram logo após a Ucrânia continuar insistindo em fazer parte da Otan, que tem como integrante os Estados Unidos. Devido ao fato de que a Ucrânia é vizinha de Putin, Biden poderia mandar instalar forças militares e mísseis no lado do país, comprometendo a segurança dos seus cidadãos e suas estratégias militares. Os ataques começaram durante a última quinta-feira (24).
Enquanto isso, o Brasil tenta se manter neutro em relação ao caso. Bolsonaro chegou até mesmo a brigar com Mourão sobre o fato de que o vice teria se manifestado nas redes sociais a favor dos ucranianos. Em sua live no mesmo dia, disse que é função do presidente da República se manifestar sobre o assunto e que o vice mão tem que tentar opinar.
A Rússia também está sendo acusada de fazer ataques virtuais que comprometem a segurança de dados. O presidente Volodymyr Zelensky, afirmou que estão elaborando todas as estratégias para impedir que os russos consigam dominar a capital como já fizeram com a usina nuclear de Chernobyl.
