A Heineken anunciou durante esta quarta-feira (09) que estaria fechando a empresa de produção de cervejas na Rússia após a declaração dos Estados Unidos de que o grupo não estaria mais fazendo parte do Swift. Deste modo, poderiam demitir os mais de 1,8 mil funcionários que foram contratados pela marca no país. O motivo está sendo o mesmo que a Unilever justificou ainda nesta terça-feira (08): a guerra sem razão para ter atacado os ucranianos.
De acordo com a empresa Heineken, é estimado que na Rússia contem com a terceira maior cervejaria da marca. Eles também estariam suspendendo a realização de publicidade no país ao mesmo tempo que usaram os investimentos que estavam destinados para a empresa no país russo para outros fins.
Vale salientar que número multinacionais declararam que iriam parar de fechar acordo com os russo e até mesmo o Paraguai afirmou que não iria mais exportar carne bovina ao país enquanto as relações não fossem normalizadas.
A suspensão de negociações aconteceu logo após o dia 24 de fevereiro em que Putin determinou que haveria a invasão de nonatos e que qualquer um que tentasse interromper, até mesmo os Estados Unidos, poderiam ser prejudicados.
De acordo com o CEO do grupo, Dolf van den Brink, a empresa do século XIX estaria determinada a suspender as suas atividades enquanto a situação não fosse normalizada.
Em suma, estima-se que em breve haverá a retomada da capital pelas tropas russas visto que no dia 28 de fevereiro já estavam há menos de 30 km de Kiev.
