Durante a última terça-feira (08), o Conselho Nacional Monetário (CNM) do Banco Central aprovou uma série de alterações sobre como deve funcionar a cobrança de juros pelo Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO) em relação a empréstimos que são realizados pelo microempreendedor individual e outros tipos de empresas de menor porte. Em suma, as regras devem começar a serem válidas para o estado de Goiás e foi determinado que a taxa de juros não iria mais acompanhar o atual IPCA – que está cada vez mais alto – e sim, do ano anterior que é referente aos últimos 12 meses.
O IPCA para deve terminar com alta de 5,65%, de acordo com o que estava sendo previsto pelo boletim Focus durante a última segunda-feira (07). No entanto, Guedes critica essa possibilidade de afirmar que o Ministério da Economia está trabalhando arduamente para controlar os índices de desvalorização do real.
Essa atitude, de acordo com o que estava sendo previsto pelo Banco Central, deve contar com uma redução dos encargos de tributos sobre o valor que está sendo solicitado pela empresa de porte privado. Deste modo, é estimado que consiga-se estimular a economia entre as pessoas jurídicas de menor porte.
O MEI, microempreendedor individual, pode faturar o valor de até R$ 81 mil por ano e realizar a contratação de apenas uma pessoa. Mas não é somente isso: esse porte de empresa conta com apenas duas obrigações, que é de pagar mensalmente o valor do DAS e a segunda que se trata de declarar o CCMEI.
