Durante essa quinta-feira (17) um dos assuntos que estavam sendo abordados era em relação a saída do governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, do partido do PSDB para a entrada no PSD. Em suma, o tesoureiro do partido afirmou que o mesmo estaria sendo sem ética ao tomar a atitude devido ao fato de que teriam investido altos valores nele nas eleições do ano de 2018 e que sua promessa era de ficar. Leite é filiado ao partido por mais de 20 anos e os membros do partido devem criar uma carta pública para pedir que ele não saia.
O objetivo é que a carta tenha a assinatura de um número bastante avassalador de pessoas contra a sua saída. O apelo ao gaúcho é que ele possa ser eleito novamente para as eleições neste ano, mas não para a presidência pelo partido que pode contar com a aparição de João Doria, atual governador do estado de São Paulo.
Tasso Jereissati (PSDB-CE) argumenta que é necessário que Leite permaneça no atual posto em que está. Tasso já defendeu o governador do Rio Grande do Sul quando foi derrotado nas urnas por Dória.
Leite está aproveitando a sua agenda da semana para se reunir com outros grandes nomes políticos da área como Aécio Neves e Paulo Abi-Ackel, ambos do PSDB de Minas Gerais.
As eleições estão previstas para acontecer ainda neste ano no mês de outubro e contam com eleições tanto para República quanto para governador.
