A partir desta segunda-feira (21) está sendo estimado que os trens que estão circulando no metrô de Belo Horizonte, Bh, Minas Gerais, estarão em quantidade mínima exigida pela lei devido ao fato de que os motoristas estão exigindo aumento salarial e reajuste do vale alimentação de acordo com os índices de inflação do país, que terminaram o ano de 2021 com alta de 10,06%. Outro aspecto que está sendo tratado pelos profissionais é sobre o fato de que o governo federal já teria sugerido uma privatização da instituição.
De acordo com o que está sendo previsto pelo Sindicato dos Empregados em Transportes Metroviários e Conexos de Minas Gerais (Sindimetro-MG), é estimado que a greve do metrô conte com horários reduzidos das 10 horas até as 21 horas.
Segundo a empresa, que está sendo responsável pelo funcionamento da categoria, a Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU), afirmou que eles decidiram que iriam começar a greve a partir de quarta -feira (16) mas que ainda não tinham um dia decidido.
O que se sabe é que o governo e a marca não concedem à categoria o aumento salarial que estava sendo solicitado. A decisão sobre o funcionamento e até mesmo em relação à aplicação de multas está acontecendo de forma 100% judicial visto que não conseguiram entrar em um acordo apenas solicitando aos empresários.
Algumas pessoas estão criticando a decisão com o argumento de que estaria prejudicando a população mais pobre que está tendo muitas vezes que usar Uber em horário de pico porque não seria transportes. o Uber teve um reajuste de preços devido ao aumento da gasolina que entrou em vigor no dia 11 de março pela Petrobras. Somente o valor da gasolina teve aumento de 18,4% enquanto o diesel contou com uma variação na faixa de 24,9%.
A categoria afirma que não está concordando com a decisão do governo federal em privatizar a empresa que até então era pública e que isso poderia prejudicar tanto os funcionários quanto as pessoas que usam o transporte público.
Vale salientar que o sindicato dos trabalhadores do setor argumenta que ainda não sabe como deverão ficar as alterações de lei e carga de trabalho caso haja realmente a privatização.
