Durante o último sábado (19), o Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF) décimo uq eu deveria haver a exclusão do perfil de Jair Bolsonaro do Telegram devido ao fato de que o presidente da República teria usado aquele meio de rede social como forma de divulgar notícias falsos e até mesmo sobre inquéritos que eram sigilosos da Polícia federal sobre investigações nacionais. A exclusão do link de Jair foi o requisito para que o aplicativo continuasse sendo usado no Brasil desde a sexta-feira (18).
Após a decisão, o chefe do Executivo conseguiu ganhar ao menos 70 mil seguidores nas suas redes sociais e até mesmo no Telegram. Alexandre afirmou que a rede social não estava cumprindo integralmente com o que foi determinado pelo despacho e que, se não houvesse o respeito pelas leis brasileiras, só o mesmo poderia ser banido.
O fundador do Telegram, Pavel Durov, chegou até mesmo a pedir desculpas como forma de mostrar que não estava ciente sobre a forma como o aplicativo vinha sendo utilizado nas polícias brasileiras como formas de divulgar notícias falsas.
O que estava prevendo o decreto que foi aprovado por Alexandre contra Bolsonaro?
O ministro Alexandre está há meses criando conflitos com o atual presidente da República, desta vez, a sua determinação e projeto de lei contou com ordens que eram:
–- Determinação de quem deveria atuar como representante da rede social no Brasil em caso de notificações sobre leis brasileira.
– Determinar que a rede social estava sendo o centro de divulgação de notícias falsas e até mesmo de documentos que são sigilosos perante o Estado e que foram vazados pelo chefe do Exército.
– Determinar todos os links de chats que determinavam a participação de grupos políticos voltados a Bolsonaro.
