Durante essa sexta-feira (25), a Uralvagonzavod, uma das maiores fábricas da Rússia do mundo, responsável pela fabricação de tanques de guerra, teve que parar a sua produção devido ao fato de que estava com falta de materiais. A informação teria sido compartilhada pelo Estado-Maior das Forças Armadas da Ucrânia.
As ações haviam sido realizadas logo depois que houve a primeira invasão dos soldados russos à Ucrânia, no dia 24 de fevereiro. Os ataques estão acontecendo há um mês, e estão longe de acabar.
Enquanto isso, o valor do dólar continua caindo enquanto o preço das commodities aumentam: tudo para deixar o cenário econômico braisleiro mais estável perante os investidores do exterior, que estão vendo nos EUA ou em países envolvidos na guerra uma forma de insegurança de aplicação monetárias. O Brasil vem se mantendo neutro em relação à realização de conflitos.
A planta não estaria mais conseguindo entregar o que estava sendo pedido ao estado russo devido ao fato de que as sanções estão impedindo que grandes fornecedores enviem matérias primas para as empresas. A Rússia não confirma que isso tenha acontecido.
Putin, nesta quarta-feira (23) havia chegado até mesmo a fazer ameaças dizendo que contavam com armas militares e nucleares e que poderia fazer o uso delas a qualquer momento, bastando apenas que algum país tentar interferir.
As empresas da União Europeia haviam parado de vender para a Uralvagonzavod logo depois que houveram as sanções do Swift pelos Estados Unidos. O argumento era justamente de que a marca poderia estar auxiliando o Estado e fazer produção de grandes armamentos que poderiam facilitar a invasão.
Como forma de garantir que haverá mais retirada no momento de chegada dos russos, os uracanianos estão até mesmo destruindo pontes e estradas – o que acaba sendo um tiro no pé para a população que não estava conseguindo sair do país.
A empresa teria sido criada ainda durante a União Soviética e está localizada em Nizhny Tagil, nos Montes Urais, desde o ano de 1931. Atualmente, ela está contando com ao menos 30 mil funcionários. A criação teria acontecido como forma de garantir que teriam proteção para entraram para a segunda guerra mundial, que começaria anos depois, somente no ano de 1939 e iria terminar em 1945.
Uma das contribuições da União Soviética na época era o carro T-34 que contou com mais de 2 mil unidades construídas no país e que posteriormente teriam sido exportados para outras regiçeos que estavam lutando contra a Alemanha Nazista e os avanços de Hitler.
